A Sessão Ordinária desta terça-feira (29), foi encerrada ainda no seu início pelo presidente Elson Roberto Ramos (MDB), com base no Artigo 155, inciso III do Regimento Interno que permite essa decisão por parte do mesmo, em caso de tumulto grave no plenário.

A discussão sem precedentes na Casa que resultou no precoce encerramento dos trabalhos, teve início devido a divergências entre os vereadores do PP e o referido presidente da Mesa, sobre os critérios para concessão do veículo da oficial e de diárias para edis e servidores.Odivaldo Bonetti solicitou a votação de um recurso em plenário para ressarcir as despesas que teve com viagem a Florianópolis para visita a deputados, alegando que foi com o seu carro,  quandoe reclamou que nenhum dos três integrantes da bancada havia recebido a conhecida diária sem pernoite, estabelecida em R$ 200.

Segundo o mesmo, tratava-se de uma negativa do presidente  adotada somente aos membros do seu partido, uma vez que o legislativo sempre concede esse transporte e os citados pagamentos.

No momento que o tema foi colocado em discussão, o eleito pelo PSDB, Fabiano De Bona, disse entender que era um exagero o deslocamento de três entes, uma vez que os mesmos haviam considerado levar até o seu assessor parlamentar.

Em seguida, o presidente Elson pediu a palavra para dar a sua versão dos fatos, foi quando Odivaldo se alterou, desrespeitou a ordem do legislativo, e fez com que o bate-boca tomasse maior proporção, quando seu companheiro de sigla, Thiago, também adotou esse comportamento.

O ocorrido chamou a atenção da imprensa regional e estadual, colocando Urussanga mais vez sob os holofotes de forma negativa, trazendo à tona o fato do prefeito estar afastado por decisão justiça a mais de dez meses do cargo, além de vereadores que foram denunciados pelo MP, criando assim a erronia impressão de que o desenvolvimento do município está sendo afetado por esses infortúnios, o que felizmente não é verdade.