Blog do Paulo Matias

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Economia / Política

Reforma da Previdência é aprovada na CCJ por 48 votos a favor e 18 contra

Depois de 62 dias do envio da Reforma da Previdência, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara deu o sinal verde para a proposta do governo, que segue agora para análise de mérito na Comissão Especial. A admissibilidade foi aprovada por 48 votos a 18. A aprovação foi sucedida de comemoração dos governistas e vaias da oposição. Continue lendo …

Política

Em Brasília, Murialdo faz avaliação da XXII Marcha dos Prefeitos

Em busca da defesa e de políticas mais ativas aos municípios, prefeitos de todo Brasil estiveram em Brasília nessa semana participando da XXII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. O prefeito de Içara, Murialdo Gastaldon e o presidente da Câmara de Vereadores, Rodrigues Mendes, junto aos demais prefeitos da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec) participaram de diferentes ações na Capital Federal.

Um dos momentos esperados pelos líderes foi a fala do Presidente Jair Bolsonaro, que cumpre seu primeiro ano de governo. “No início de mandato do Presidente, a expectativa aumenta, visto que os prefeitos querem conhecer os programas que o Governo Federal lança, para que posteriormente os municípios enviem seus projetos, comentou Murialdo.

A fala do ministro da Economia, Paulo Guedes, foi uma das falas que agradou o prefeito. “Ele abordou a reorganização do pacto federativo e comentou também que irá trabalhar para destinar mais recursos aos municípios, sendo aplaudido em vários momentos”, reforçou.

Outro momento de destaque foi um protesto realizado em frente à sede do Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a votação sobre royalties do petróleo. Há seis anos, os 5.568 municípios aguardam a partilha, por meio de recursos arrecadados com a exploração dos royalties.

 

Economia / Política

Governo quer reduzir o preço do gás de cozinha pela metade, afirma Paulo Guedes

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta semana que o governo pretende reduzir o preço do gás de cozinha no país pela metade em dois anos.

Segundo o ministro, para conseguir essa redução, é necessário quebrar o monopólio do refino e da distribuição.

Paulo Guedes disse ainda que a solução para a falta de recursos vem do petróleo, em especial da exploração da camada do pré-sal.

Áudio / Economia / Política

Ouça: Governo revoga aumento de energia elétrica para agricultores

O Governo Federal decidiu manter os descontos na tarifa de energia elétrica para produtores rurais. A decisão foi comemorada pelo deputado Rogério Peninha Mendonça (MDB/SC), vice-líder do governo no Congresso, que fez pessoalmente o pedido ao ministro de Minas e Energia, Bento Costa Lima.

A medida anula o Decreto nº 9.642/2018, assinado pelo então presidente Michel Temer, que reduzia os descontos concedidos à tarifa de energia elétrica para produtores rurais de todo o país para os próximos cinco anos. Isso representaria um aumento de 43% na conta dos agricultores. No caso dos agricultores que dependem de irrigação a taxa em janeiro caiu de 10 para 8%. Para produtores de peixes, por exemplo, a redução foi de 30 para 24%, e até 2023 o número chegaria à zero.

O Decreto 9.744, publicado no Diário Oficial da União, foi assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e pelos ministros: Tereza Cristina (Agricultura), Paulo Guedes (Economia), Bento Costa Lima (Minas e Energia) e Gustavo Henrique Canuto (Desenvolvimento Regional).

Economia / Política

Em um mês de governo Bolsonaro, Bolsa sobe mais de 10%

O primeiro mês do governo Jair Bolsonaro foi marcado pelo otimismo do mercado com promessas de reformas, como a da Previdência, e a política econômica liberal liderada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

Até o dia 30 de janeiro, o índice Ibovespa acumulou alta de 10,36%, porém, a alta pode ser ainda maior.

Nesta quinta-feira (31), o índice operava positivo em 1,38% e passando dos 98 mil pontos, mais uma marca histórica.

Desde que Bolsonaro assumiu o governo, o Ibovespa renovou seu recorde em 12 pregões dos 22 que aconteceram até quarta-feira.  Segundo Pablo Spyer, da corretora Mirae, a formação de um primeiro escalão mais técnico foi essencial para animar o mercado nos primeiros dias do governo Bolsonaro. “O ministro Paulo Guedes tem uma interlocução muito boa com o mercado e as falas dele são sempre muito bem recebidas”, afirmou.

Além da bolsa em alta, o dólar está em queda. Até dia 30, a queda foi de 4,12%. Nesta quinta, a moeda norte-americana opera em queda de 2,14%, cotado a 3,645 reais, às 15h29.

Economia / Política

Moisés pede apoio a Guedes fazendo relato da situação do estado

A reunião que o governador eleito Carlos Moisés da Silva (PSL) manteve com o futuro superministro da Economia Paulo Guedes nada tem a ver com a nova fase política do país, que foi inaugurada com os resultados das eleições deste ano.

Nada mais é do que a repetição da política do pires na mão, uma relação permanente na história da República entre estados e a União, representada pelo governo federal.

Moisés levou o atual secretário da Fazenda, Paulo Eli, para que ele fizesse um relato da situação das contas do Estado, um déficit previsto de R$ 700 milhões este ano e uma dívida pública que ultrapassa os R$ 19 bilhões.

O problema de Santa Catarina, um dos estados mais bem posicionados em termos de gestão do país, é que a dívida com o custeio, a folha de pagamento. A mesma chega ao limite do prudencial, 49%, de acordo com a Lei de Responsabilidade Social, e está acima dos 60%, na visão da Secretaria do Tesouro Nacional, que, ao contrário do que dizem o Tribunal de Contas do Estado e o Ministério Público, considera para efeitos de cálculo os gastos com aposentados e pensionistas.

Neste contexto perigoso, pouco sobra para investimento, o que aumenta o endividamento com a solução de novos financiamentos. Não há outra saída, como apresentou Moisés a Guedes, senão repensar o Pacto Federativo ou partir para as reformas estruturantes, que passam pela Previdência Social e Tributária, só para a largada.

A repercussão nos estados será clara e Guedes já acenou com um pacote que inclui sacrifícios, como a venda de patrimônio público, por exemplo.