Cármen Lúcia, Fux, Fachin e Barroso votaram para que a corte não analisasse recurso da defesa do ex-presidente.

Celso de Mello, Gilmar, Lewandowski, Toffoli, Rosa, Alexandre e Marco Aurélio votaram a favor da análise.

Como alguns ministros tinham compromissos e não poderiam continuar no tribunal, a maioria votou por conceder uma liminar que impede a prisão do ex-presidente até a votação efetiva do pedido de habeas corpus no dia 4 de abril.