Blog do Paulo Matias

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Opinião / Política

Deco fica no MDB até abril de 2020

Visando manter sua cadeira na Câmara, o vereador eleito pelo MDB, Vanderlei Marcirio “Deco”, deve aguardar a janela de transferência em abril de 2020.

Por perceber que não encontrará espaço para uma candidatura a majoritária no atual partido, Deco deve aceitar o convite do PSC, sigla com que já tem forte identificação, a qual pretende ter candidatura a prefeito e nominata completa para o cargo de vereador nas próximas eleições municipais em Urussanga.

Na última quinta-feira (13), o PSC realizou sua confraternização de final de ano no imóvel do vereador onde se fez presente o coordenador regional da sigla, Pastor Walmor.

Sobre a presença no evento do prefeito municipal Gustavo Cancellier, a informação foi de que as igrejas estão fazendo um trabalho social em parceria com a prefeitura, e na oportunidade falaram também sobre essas em 2019.

Embora o PSC fale hoje de candidatura, a aproximação de Deco com o prefeito que vem ficando evidente desde a decisão em prol do financiamento, pode sinalizar algum encaminhamento uma vez que Gustavo deve buscar a reeleição e para isso precisará de um vice, que não seria o atual, o empresário Décio Silva, por causa da visível distância entre os dois e porque esse também pode aceitar um dos inúmeros convites que tem recebido e mudar de partido encampando um novo projeto.

Opinião / Política

PSL de Urussanga já tem Comissão Provisória

Depois de algumas reuniões em Urussanga e Criciúma, inclusive com palestras que visavam apresentar aos participantes os propósitos do partido, foi constituída a primeira Comissão Provisória do PSL de Urussanga.

Nesta quinta-feira (06), acontece no Paraiso da Criança um encontro dos integrantes da referida comissão, os quais trarão convidados e no próximo dia 17, no Restaurante Baggio, será realizado o evento onde o deputado estadual eleito pela sigla, Jessé Lopes, irã agradecer os votos conquistados no município, bem como apresentar o referido grupo que deve conduzir o partido na cidade.

O foco do PSL local com o apoio do presidente da sigla em Criciúma, Júlio Lopes é a eleição de 2020, para o executivo e legislativo, lembrando que para o último, não haverá mais coligações.

Com base na postura do partido a nível nacional e estadual, segundo integrantes, a intenção é de não coligar e seguir com uma candidatura própria para prefeito.

Chama a atenção o fato de entes políticos da cidade, filiados em diferentes siglas e alguns até com o mandato em curso, terem procurado o descrito grupo sinalizando a maior parte destes, a intenção de concorrer ao cargo de prefeito.

Vale lembrar que a maior referência para os urussanguenses quando se fala de PSL na região, é o ex-vereador de Criciúma e agora deputado federal Daniel Freitas.

Opinião / Política

Partidos tradicionais de Santa Catarina já tratam das mudanças de comando

Razões para a ação inegavelmente todos tem, desde o MDB, o qual deixará de ser presidido por Mauro Mariani, que já sinalizou sua saída do comando, esse que pode voltar para Eduardo Moreira, o qual demonstra interesse.

No PSDB, o atual presidente e ainda deputado Marcos Vieira, não mostra a mesma vontade de deixar o cargo, mas a movimentação no sentido de um novo nome já acontece desde o primeiro turno, quando o partido encolheu, e a deputada da região Sul, Geovania de Sá é bem cotada, até porque foi a única sobrevivente a “tsunami”, com direito a ampliação na votação.

O PP por sua vez, que errou a mão na coligação e ficará pela quinta gestão fora do governo do estado, deve ainda assim contar com um embate para essa definição, onde Jorge Boeira, que declinou de concorrer a reeleição pode apresentar-se, e assim ter que tratar com o posicionamento de outros líderes.

E o PSD, que através do seu candidato que nunca foi de consenso internamente protagonizou a maior derrota do estado na disputa pelo governo, Gelson Merisio deve deixar a presidência, e sobre essa se fala do nome de Júlio Garcia, dissidente do vencido postulante ao cargo de governador e deputado mais bem votado da sigla.

As eleições de 2018, marcam o momento histórico em Santa Catarina em que as presidências dos quatro partidos que buscaram manter a polarização, sem citar a posição de coadjuvante do DEM, no pleito recente, ao mesmo devem substituídas, impactadas pelo fenômeno 17. Ou melhor, pela decisão do eleitor.

Opinião / Política / Por Fernando Machado

Entrevista: Comandante Moisés afirma que não é sombra de Bolsonaro e nega aliança com o MDB

Na entrevista concedida pelo candidato do PSL ao Governo do estado ao SBT Meio-dia desta segunda-feira (22), Comandante Moisés reforçou que está preparado para assumir o estado. Quando indagado sobre a onda Bolsonaro, ele foi enfático e disse que sente que o povo aposta nele. Pelo menos esse é o que ele sente quando encontra seus eleitores nas ruas pelo estado. Moisés disse que tem ouvido as lideranças da indústria e comércio para compreender as intenções de cada segmento do governo.

Eu questionei o candidato se o eleitor votava nele por convicção, ou apenas para apoiar Bolsonaro. Também lembrei que agora ele precisa de maioria para vencer, fiz isso para perguntar sobre possíveis apoios, como o do MDB. Segundo ele, nunca houve conversas com dirigentes partidários. Só o tempo vai dizer. O MDB adora apoiar quem está no poder. Gostei quando ele falou que também tem ideias e pensamentos diferentes de Bolsonaro.

A principal bandeira de sua campanha é enxugar a máquina pública para tirar os recursos necessários para investir na segurança pública. O candidato falou da possibilidade de rever os investimentos em saúde, educação e segurança para aplicá-los de uma forma mais inteligente e que traga retorno para o estado. “O estado pode gastar menos e melhor”, disse o Comandante.

Ainda sobre a diminuição do estado, Moisés estimou que vai reduzir os cargos comissionados a mais de 1000, dos 1400 que existem hoje, e redução das secretarias em 50%. O candidato falou ainda dos cargos em duplicidade que existem nas secretarias e que enxugar estes cargos já aliviariam o estado. Moisés disse que não tem como prioridade privatizar nenhuma empresa pública e reiterou que os boatos que saíram sobre este assunto são “fake news”. Moisés não pretende privatizar Casan e Celesc.

No entanto, o candidato do PSL, não explicou com detalhes como vão ser os cortes. Falou muito sobre a vontade de acabar ou fundir algumas secretarias, principalmente as regionais, mas, mas não me deixou satisfeito com relação a este governo enxuto que pretende fazer caso eleito. O Ponto importante, que quero destacar, é a reforma administrativa que o candidato cogitou e que pretende enviar para Alesc, antes mesmo do fim do ano. A ideia é reformar a administração do governo já a partir de janeiro.  Achei interessante, quero saber como os deputados vão reagir.

Sobre a agricultura, Moisés defendeu que os investimentos devem aumentar, sendo que o setor agrícola representa 29% do PIB do estado. Sobre o assunto, o Comandante disse que pretende aliar a tecnologia à produção do campo, para facilitar a vida do produtor.

Eu fiz questão de questionar o candidato sobre a agricultura, que sempre aparece como destaque nas campanhas eleitorais, mas que hoje fica com apenas 2,67% da arrecadação total do estado.

Opinião / Política

Eleições Municipais de 2020 devem ser marcadas pelo fortalecimento de siglas que representem a mudança

Tradicionalmente logo após a posse dos eleitos nos pleitos estaduais e presidenciais, iniciam-se as conversações sobre as eleições municipais. No entanto, neste momento inédito que vive o país, no qual pela primeira vez desde a abertura política a maioria dos eleitores estão focados na renovação, o tema local se antecipa nos bastidores porque segundo os que acompanham o cenário, o movimento da mudança vai chegar as prefeituras inevitavelmente.

Logo depois do primeiro turno das eleições com as quais ainda estamos tratando, alguns novos líderes locais confidenciaram a este veículo e a outros, que já tratam com as siglas que não são as que predominaram nas últimas décadas, sobre possíveis candidaturas, a escolha e identificação de nomes.

Assim, aquelas substituições nos Paços que pareciam distantes, e que até eram justificadas por uma questão cultural, parecem se desenhar já para 2020.

Em Urussanga, partidos como PSD, PDT, PSB, PSC e agora PSL, podem apresentar opções.

 

Opinião / Política

Fenômeno 17 derruba partidos e políticos em Santa Catarina e Amrec, mas também evidencia imunes

O desejo de mudança e a busca por renovação por parte do eleitor catarinense e de nossa região, encontrou uma sigla, nomes e um líder nacional influente como não se via a muito tempo.

Entre o declarados 17 e os que diziam não saber em quem votar, os institutos de pesquisa se perderam e no momento da apuração o fenômeno se efetivou surpreendendo a quase todos.

Em Santa Catarina, partidos que tradicionalmente estavam no poder ou entre os primeiros que disputavam esse foram alvo do “strike”, que derrubou vários ao mesmo tempo.

Isso aconteceu com MDB que estava a frente do governo, PSDB que se coligou ao citado para a majoritária e o PT que até aparecia mais bem colocado nas pesquisas, o que na prática não aconteceu.

Listando nomes de entes políticos que fazem parte do cenário estadual, o próprio governador Eduardo Pinho Moreira, o ex-deputado federal Mauro Mariani no MDB continuamente dividido; Paulo Bauer, ex-senador e Napoleão Bernardes, ex-prefeito de Blumenau no visivelmente perdido PSDB; Décio Lima, ex-deputado federal e a ressurgida Ideli Salvati no cada vez mais coadjuvante PT, são os principais destaques.

Quando se trata de AMREC, o ex-deputado federal do MBD, Ronaldo Benedet; Valmir Comin do PP, oriundo da região que concentra prefeitos da sua sigla, e Dóia Guglielmi do PSDB, o qual na última eleição já teve dificuldades, são os nomes que devem também ter perdido votos para candidatos do movimento 17.

Entre os que conseguiram desviar-se dessa verdadeira “tsunami”, surgem Geovania de Sá, deputada federal reeleita graças a força do seu nome que não foi vinculado ao do PSDB em razão de uma produtividade notável como parlamentar e claro posicionamento em momentos delicados da Câmara; Cleiton Salvaro, que mesmo tendo ficado com a primeira suplência do PSB, foi de quase 15.000 votos para mais de 30.000, por ter encontrado um espaço próprio com um modelo de trabalho como deputado estadual que conseguiu chegar as reais necessidades do eleitor ; O estreante Delegado Ulisses Gabriel do PSD, que adentrou ao certame no mais delicado momento das últimas três décadas no cenário, e conquistou perto de 30.000 votos, ficando com a terceira suplência por ser reconhecido como a verdadeira renovação e representar alguém que foi política no intuito de implementar ações que a profissão lhe mostraram ser urgentes, e Rodrigo Minotto do PDT, reeleito a frente do partido que o mesmo conduz no estado, que é muito exitoso na capacidade de converter o trabalho de deputado em votos que resistiram a “onda” citada, na demonstração inegável de que conta com confiáveis mobilizados em torno do seu nome em diferentes municípios.

 

Cultura / Destaque / Opinião

Sérgio Maestrelli recebe justa homenagem da Câmara de Urussanga

O Legislativo Municipal realizou nesta terça-feira (28) Sessão Solene em homenagem a personalidades de diversas áreas e que contribuem com o seu trabalho para o desenvolvimento cultural, social, científico e esportivo do Município. A solenidade para entrega das honrarias aconteceu nas dependências da Sociedade Recreativa Urussanga.

Entre esses estava o engenheiro agrônomo, historiador, escritor e cronista, Sérgio Roberto Maestrelli.

Na oportunidade os presentes assistiram uma apresentação que resumiu o histórico de Maestrelli, com a seguinte descrição:

“Estudou na Universidade Federal de Pelotas, graduando-se no Curso de Engenharia Agronômica. É especialista em Gestão Social em Educação Rural e Profissionalização de Agricultores pela Escola Superior de Agricultura de Mossoró; e é Mestre em Agro ecossistemas e Agricultura Familiar pela Universidade Federal de Santa Catarina. Fez cursos de língua italiana pela Associação Veneta de Florianópolis e pela UFSC.
Ingressou por Concurso na Associação de Crédito e Assistência Rural do Estado de Santa Catarina em 1981, sendo designado extensionista local em Timbó e posteriormente supervisor regional em Blumenau. Em Urussanga, ainda na EPAGRI, desempenhou a função de instrutor do Projeto Micro bacias 1 e 2, tendo sido também secretário executivo do Projeto MB2; foi coordenador de marketing e comunicação; instrutor do Programa Catarinense de Profissionalização de Produtos Rurais; e chefe da Estação Experimental.
É autor dos livros “A Extensão Rural na História de Timbó”, “Fatos e Imagens do Meio Rural de Timbó”, “Agricultura Familiar e Profissionalização no Contexto do Novo Rural”, “Polenta, Machine e Lavoro”, “Atos e Fatos” – este, em parceria com Maristela Scarabelot. Sérgio Roberto Maestrelli aposentou-se em atuação como extensionista da EPAGRI, na área da Gerência Regional de Criciúma; é colunista no Jornal Panorama SC, de Urussanga; e cronista na Rádio Marconi”.

Por iniciativa da vereadora Vanir Zuleima Mazzucco Cacciotori, um dos urussanguenses mais apaixonados pela história, cultura e tradição da cidade, detentor de conhecimento singular, caráter ilibado e natureza cordial e respeitosa, recebeu o título de “Cidadania Benemérita”.

Feliz iniciativa da edil, feliz de Urussanga por ainda ter de forma incansável um batalhador como esse, em defesa dos valores que são a maior riqueza dessa terra abençoada.

Destaque / Opinião

Depois de quase uma década, Hospital São José de Criciúma se torna referência em oncologia pediátrica

O credenciamento do São José era reivindicado desde que o centro oncológico ficou pronto há 10 anos, porém nunca foi atendido. Com toda a estrutura necessária para os principais tratamentos oncológicos pediátricos, o hospital não aparecia na lista de unidades aptas a receber pacientes que eram destinados para Lages, Joinville ou Florianópolis.

Em abril deste ano, procurado pela direção do hospital e da Casa Guido (entidade que presta assistência a familiares de crianças com câncer) o deputado estadual Cleiton Salvaro iniciou as tratativas junto à Secretaria de Estado da Saúde.

Depois de vistorias e reuniões nos conselhos regionais de saúde, nesta semana o hospital foi comunicado que entrará no rol de hospitais referência em oncologia infantil.

 

Nas três regiões do Sul, pelo menos 80 crianças realizam tratamento em outras cidades e depende de transporte público para isso, fato que prejudica em muito o tratamento devido a sua baixa imunidade. Alguns acabavam falecendo por contraírem um simples vírus da gripe de outro paciente que dividia o mesmo transporte.

Opinião / Política

Uma campanha curta, com eleitor alheio mas que se posiciona claramente sobre a rejeição

As pesquisas divergentes recém apresentadas sobre o quadro catarinense no que se refere a escolha de governador, mostraram principalmente o percentual predominante que congrega os que não sabem ou não querem opinar, somados aos que declararam votar nulo e em branco.

Trata-se do mais claro sinal de que o eleitor pelo menos até agora não tem uma opinião formada ou não acredita que através do voto pode obter mudanças para o estado em reside, apenas fazendo questão de demonstrar a sua rejeição para com alguns dos postulantes.

Em uma campanha curta em que a exposição dos candidatos é menor na comparação com todas as formas existentes nos pleitos anteriores, o possível envolvimento do eleitor fica ainda mais difícil.

Existe uma crença por parte de lideranças, coordenadores e dos próprios pretendentes aos cargos, no que se refere ao tempo de propaganda eleitoral gratuita na televisão, mas claro que todas as ferramentas possíveis estão sendo utilizadas pelos mesmos nas redes sociais, as quais inevitavelmente ganham mais espaço para esse fim a cada pleito.

O período reservado para as definições de candidaturas e alianças, em que as informações trouxeram todas as possibilidades e algumas das convenções só contiveram “bravatas”, serviu para piorar gravemente a imagem de alguns dos entes políticos já conhecidos, além de confundir o eleitor sobre nomes que se apresentam neste momento. Com o enfraquecimento dos partidos, os quais representam cada vez menos para os eleitores, o que fica evidente é a busca por pessoas, gestores, líderes.

Na eleição que sem dúvidas será definida no segundo turno, o catarinense continua demonstrando que cada vez mais acredita no seu trabalho, no resultado das suas ações e não conta tanto, como já fez, com os administradores públicos.

O mais ruim desse quadro é que se eleitor ignora a oportunidade do voto, pode contribuir para a eleição de qualquer um, inclusive do pior entre os que figuram, ou seja, quanto maior o desinteresse, mesmo que pôr a rejeição desse ou daquele, maior o risco.

Opinião / Política

Revitalização da Praça, faltam informações e sobram criticas

Embora não tenha sido idealizada pela atual administração, a denominada “revitalização” da Praça Anita Garibaldi, em Urussanga, segue desagradando a população e expondo a face lamentável das obras públicas, em nosso país, estado e município, neste caso bem perto de todos nós.

Prazos que não são cumpridos, empresas que se habilitam sem na verdade terem condições de conduzir as obras, falta de fiscalização, desinformação a respeito e principalmente heranças que passam de uma administração para a outra em um cenário onde cada uma já tem dificuldades para conduzir seus próprios projetos.

O Blog procurou o diretor municipal de planejamento e superintendente da FAMU, Marco Zanellatto, apontado no DEPLAN como quem teria as respostas para seguintes perguntas:

  • Por quê aparentemente a obra está novamente parada?
  • Se obras constantes no projeto inicial como a instalação do Traffic calming (conjunto de medidas para moderação do tráfego motorizado, alternativa para que as ruas sirvam a todos, pois cria espaços de circulação seguros para os modos não motorizados), a retirada dos postes diante do “Casarão dos Nichele”, e a mudança na estrutura do semáforo no mesmo local, ainda serão realizadas?
  • Previsão para o término da revitalização?

E ouviu do mesmo que “Informações à imprensa são dadas através da assessoria de imprensa da prefeitura através da Jessica”.

Contatada a citada assessora como habitualmente o faz, prontamente comprometeu-se em buscar as referidas respostas, embora especialmente neste ano de 2017, não tenha conseguido junto a diferentes membros da administração obter as informações que atendam os questionamentos feitos por este veículo, na sua maioria.

Infelizmente neste caso as informações foram limitadas e não atenderam a totalidade dos questionamentos, com as seguintes respostas:

“A obra da Praça ela não está paralisada. Todo o processo está correndo normalmente. O que ocasionou essa parada foi a demora para chegar um material que vem do Espírito Santo e também a questão de tempo que acaba atrapalhando. Mas a previsão é que na próxima semana esse material já esteja aqui e a obra continue. Não há nada que esteja trancando ou atrasando o processo.”

“O prazo segue dentro do previsto. O que atrasou foi essa entrega de material.”

“A mudança do semáforo e a retirada dos postes está em análise e planejamento junto com a comissão de trânsito e demais órgãos públicos. O Município entende a importância do casarão e está juntando esforços para garantir a melhor forma de fazer este trabalho.”

Os munícipes os quais na sua maioria queriam esquecer esse aborrecimento gratuito fruto da contraditória reforma aguardam pelo seu melhor fim, enquanto ela continua gerando desgaste aos gestores municipais.