Blog do Paulo Matias

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Opinião / Política

Prefeito tem participação rápida e discreta na primeira sessão da Câmara de Urussanga

Cumprindo o rito alusivo a abertura dos trabalhos no legislativo, o chefe do executivo local, Gustavo Cancellier, falou aos edis e os poucos presentes no inicio da sessão realizada nesta terça, de forma rápida e discreta.

Durante a breve explanação o mesmo destacou algumas aquisições e obras realizadas em 2018, e listou  especialmente na área da infraestrutura as que serão realizadas em 2019.

No inicio de sua fala, Gustavo desculpou-se com os vereadores por não ter chegado um pouco antes na Casa para cumprimenta-los individualmente.

Sem uma postura política mais um vez,  o gestor com a atuação de ontem nutriu o visível e já conhecido distanciamento entre o executivo e legislativo existente no município.

Opinião / Política

Câmara de Urussanga volta ao trabalho amanhã com uma série de expectativas

Com requerimentos e indicações os membros do legislativo local retomam suas atividades concernentes ao ano de 2019, amanhã às 19h.

Sob a presidência do vereador Gilson Casagrande, o qual experimenta a posição e deve servir-se da experiência para o seu projeto maior, que é de nos próximos anos tornar-se prefeito da cidade, a Câmara Municipal deve ser palco nos próximos meses de atuações sobre as quais recaem grande expectativa.

O ex-presidente Odivaldo Bonetti, o qual somou o maior capital político no ano que passou, especialmente com a conquista de uma emenda parlamentar de R$ 1 milhão destinada ao asfalto do Rio Carvão e a devolução por parte da própria Casa no final do exercício de R$ 800 mil para mais asfalto, esse no Rancho dos Bugres, certamente vai acompanhar a execução das referidas obras em meio ao agora repetidamente citado, cronograma.

Já o outro membro da bancada do PP, Zé Bis, focado na questão da energia elétrica, conta com possibilidade de aprovação do referido projeto em Brasília que pode dar condição para a sonhada redução, nesse ano que começa.

O Suplente do PDT, Braz Cizeski, deve permanecer na cadeira com atuação de integrante da base do governo, uma vez que o titular da mesma, pretende continuar na diretoria em que se encontra.

Já o eleito pelo PT, Marcos Silveira, o qual sinaliza não pretender continuar na política, entra assim no seu penúltimo ano de atuação no legislativo local.

O pessedista Jair Nandi, deve assumir o papel também de liderança politica do partido, além de representante no legislativo como fez até agora, em razão da enfraquecida oposição existente na casa e porque o PSD não terá como não atribuir ao edil essa responsabilidade, uma vez que o projeto para 2020 é claro e já se desenha.

Com os relação aos vereadores daquela que deveria ser a efetiva bancada de oposição, os eleitos pelo MDB, Beto, Vanir e Deco, a falta de sintonia pode se agravar, em razão de intenções anunciadas, embora deva acontecer uma mobilização do próprio partido na medida do possível,  o qual precisa mais do que todos focar em 2020.

Cabe lembrar que nas próximas eleições municipais não haverá coligação para o cargo de vereador.

 

Economia / Opinião / Política

Um ano após a retomada da obra de revitalização da Praça ela está concluída?

Em 11 de janeiro de 2018, a administração municipal de Urussanga anunciava que com a segunda colocada da licitação inicial, eram retomadas naquela quinta-feira, as obras da revitalização da Praça Anita Garibaldi, na área central da cidade.

Relembrávamos no post da época que a mesma foi iniciada em 08 de julho de 2016, pela outra gestão, com muitos questionamentos por parte da população e que tinha previsão de término em março do ano de 2017. No entanto, a empresa vencedora da licitação quando cobrada pelas interrupções nos serviços, atrasos e falta de estrutura, alegou que não tinha condições financeira de dar continuidade.

Em 25 de outubro de 2017 o atual governo municipal anunciou a substituição da citada, alertando que o burocrático processo de nomeação da segunda colocada, poderia levar até 120 dias para acontecer.

Com a referida retomada na previsão mais otimista, levando-se em conta somente o volume de chuvas próprio do período, técnicos da prefeitura estimavam o término das obras em final de fevereiro, ou seja, pouco mais de um mês após o reinicio.

E agora, após mais de um ano, a polemica revitalização está concluída?

As estruturas de semáforos e câmeras existentes na frente do Casarão dos Nichele, as quais seriam retiradas conforme o projeto quando saem?

Quando será inaugurada a obra?

O aspecto partidário nocivo, existente em Urussanga pesa a respeito?

 

Opinião / Política

Deco fica no MDB até abril de 2020

Visando manter sua cadeira na Câmara, o vereador eleito pelo MDB, Vanderlei Marcirio “Deco”, deve aguardar a janela de transferência em abril de 2020.

Por perceber que não encontrará espaço para uma candidatura a majoritária no atual partido, Deco deve aceitar o convite do PSC, sigla com que já tem forte identificação, a qual pretende ter candidatura a prefeito e nominata completa para o cargo de vereador nas próximas eleições municipais em Urussanga.

Na última quinta-feira (13), o PSC realizou sua confraternização de final de ano no imóvel do vereador onde se fez presente o coordenador regional da sigla, Pastor Walmor.

Sobre a presença no evento do prefeito municipal Gustavo Cancellier, a informação foi de que as igrejas estão fazendo um trabalho social em parceria com a prefeitura, e na oportunidade falaram também sobre essas em 2019.

Embora o PSC fale hoje de candidatura, a aproximação de Deco com o prefeito que vem ficando evidente desde a decisão em prol do financiamento, pode sinalizar algum encaminhamento uma vez que Gustavo deve buscar a reeleição e para isso precisará de um vice, que não seria o atual, o empresário Décio Silva, por causa da visível distância entre os dois e porque esse também pode aceitar um dos inúmeros convites que tem recebido e mudar de partido encampando um novo projeto.

Opinião / Política

PSL de Urussanga já tem Comissão Provisória

Depois de algumas reuniões em Urussanga e Criciúma, inclusive com palestras que visavam apresentar aos participantes os propósitos do partido, foi constituída a primeira Comissão Provisória do PSL de Urussanga.

Nesta quinta-feira (06), acontece no Paraiso da Criança um encontro dos integrantes da referida comissão, os quais trarão convidados e no próximo dia 17, no Restaurante Baggio, será realizado o evento onde o deputado estadual eleito pela sigla, Jessé Lopes, irã agradecer os votos conquistados no município, bem como apresentar o referido grupo que deve conduzir o partido na cidade.

O foco do PSL local com o apoio do presidente da sigla em Criciúma, Júlio Lopes é a eleição de 2020, para o executivo e legislativo, lembrando que para o último, não haverá mais coligações.

Com base na postura do partido a nível nacional e estadual, segundo integrantes, a intenção é de não coligar e seguir com uma candidatura própria para prefeito.

Chama a atenção o fato de entes políticos da cidade, filiados em diferentes siglas e alguns até com o mandato em curso, terem procurado o descrito grupo sinalizando a maior parte destes, a intenção de concorrer ao cargo de prefeito.

Vale lembrar que a maior referência para os urussanguenses quando se fala de PSL na região, é o ex-vereador de Criciúma e agora deputado federal Daniel Freitas.

Opinião / Política

Partidos tradicionais de Santa Catarina já tratam das mudanças de comando

Razões para a ação inegavelmente todos tem, desde o MDB, o qual deixará de ser presidido por Mauro Mariani, que já sinalizou sua saída do comando, esse que pode voltar para Eduardo Moreira, o qual demonstra interesse.

No PSDB, o atual presidente e ainda deputado Marcos Vieira, não mostra a mesma vontade de deixar o cargo, mas a movimentação no sentido de um novo nome já acontece desde o primeiro turno, quando o partido encolheu, e a deputada da região Sul, Geovania de Sá é bem cotada, até porque foi a única sobrevivente a “tsunami”, com direito a ampliação na votação.

O PP por sua vez, que errou a mão na coligação e ficará pela quinta gestão fora do governo do estado, deve ainda assim contar com um embate para essa definição, onde Jorge Boeira, que declinou de concorrer a reeleição pode apresentar-se, e assim ter que tratar com o posicionamento de outros líderes.

E o PSD, que através do seu candidato que nunca foi de consenso internamente protagonizou a maior derrota do estado na disputa pelo governo, Gelson Merisio deve deixar a presidência, e sobre essa se fala do nome de Júlio Garcia, dissidente do vencido postulante ao cargo de governador e deputado mais bem votado da sigla.

As eleições de 2018, marcam o momento histórico em Santa Catarina em que as presidências dos quatro partidos que buscaram manter a polarização, sem citar a posição de coadjuvante do DEM, no pleito recente, ao mesmo devem substituídas, impactadas pelo fenômeno 17. Ou melhor, pela decisão do eleitor.

Opinião / Política

Entrevista: Comandante Moisés afirma que não é sombra de Bolsonaro e nega aliança com o MDB

Na entrevista concedida pelo candidato do PSL ao Governo do estado ao SBT Meio-dia desta segunda-feira (22), Comandante Moisés reforçou que está preparado para assumir o estado. Quando indagado sobre a onda Bolsonaro, ele foi enfático e disse que sente que o povo aposta nele. Pelo menos esse é o que ele sente quando encontra seus eleitores nas ruas pelo estado. Moisés disse que tem ouvido as lideranças da indústria e comércio para compreender as intenções de cada segmento do governo.

Eu questionei o candidato se o eleitor votava nele por convicção, ou apenas para apoiar Bolsonaro. Também lembrei que agora ele precisa de maioria para vencer, fiz isso para perguntar sobre possíveis apoios, como o do MDB. Segundo ele, nunca houve conversas com dirigentes partidários. Só o tempo vai dizer. O MDB adora apoiar quem está no poder. Gostei quando ele falou que também tem ideias e pensamentos diferentes de Bolsonaro.

A principal bandeira de sua campanha é enxugar a máquina pública para tirar os recursos necessários para investir na segurança pública. O candidato falou da possibilidade de rever os investimentos em saúde, educação e segurança para aplicá-los de uma forma mais inteligente e que traga retorno para o estado. “O estado pode gastar menos e melhor”, disse o Comandante.

Ainda sobre a diminuição do estado, Moisés estimou que vai reduzir os cargos comissionados a mais de 1000, dos 1400 que existem hoje, e redução das secretarias em 50%. O candidato falou ainda dos cargos em duplicidade que existem nas secretarias e que enxugar estes cargos já aliviariam o estado. Moisés disse que não tem como prioridade privatizar nenhuma empresa pública e reiterou que os boatos que saíram sobre este assunto são “fake news”. Moisés não pretende privatizar Casan e Celesc.

No entanto, o candidato do PSL, não explicou com detalhes como vão ser os cortes. Falou muito sobre a vontade de acabar ou fundir algumas secretarias, principalmente as regionais, mas, mas não me deixou satisfeito com relação a este governo enxuto que pretende fazer caso eleito. O Ponto importante, que quero destacar, é a reforma administrativa que o candidato cogitou e que pretende enviar para Alesc, antes mesmo do fim do ano. A ideia é reformar a administração do governo já a partir de janeiro.  Achei interessante, quero saber como os deputados vão reagir.

Sobre a agricultura, Moisés defendeu que os investimentos devem aumentar, sendo que o setor agrícola representa 29% do PIB do estado. Sobre o assunto, o Comandante disse que pretende aliar a tecnologia à produção do campo, para facilitar a vida do produtor.

Eu fiz questão de questionar o candidato sobre a agricultura, que sempre aparece como destaque nas campanhas eleitorais, mas que hoje fica com apenas 2,67% da arrecadação total do estado.

Opinião / Política

Eleições Municipais de 2020 devem ser marcadas pelo fortalecimento de siglas que representem a mudança

Tradicionalmente logo após a posse dos eleitos nos pleitos estaduais e presidenciais, iniciam-se as conversações sobre as eleições municipais. No entanto, neste momento inédito que vive o país, no qual pela primeira vez desde a abertura política a maioria dos eleitores estão focados na renovação, o tema local se antecipa nos bastidores porque segundo os que acompanham o cenário, o movimento da mudança vai chegar as prefeituras inevitavelmente.

Logo depois do primeiro turno das eleições com as quais ainda estamos tratando, alguns novos líderes locais confidenciaram a este veículo e a outros, que já tratam com as siglas que não são as que predominaram nas últimas décadas, sobre possíveis candidaturas, a escolha e identificação de nomes.

Assim, aquelas substituições nos Paços que pareciam distantes, e que até eram justificadas por uma questão cultural, parecem se desenhar já para 2020.

Em Urussanga, partidos como PSD, PDT, PSB, PSC e agora PSL, podem apresentar opções.

 

Opinião / Política

Fenômeno 17 derruba partidos e políticos em Santa Catarina e Amrec, mas também evidencia imunes

O desejo de mudança e a busca por renovação por parte do eleitor catarinense e de nossa região, encontrou uma sigla, nomes e um líder nacional influente como não se via a muito tempo.

Entre o declarados 17 e os que diziam não saber em quem votar, os institutos de pesquisa se perderam e no momento da apuração o fenômeno se efetivou surpreendendo a quase todos.

Em Santa Catarina, partidos que tradicionalmente estavam no poder ou entre os primeiros que disputavam esse foram alvo do “strike”, que derrubou vários ao mesmo tempo.

Isso aconteceu com MDB que estava a frente do governo, PSDB que se coligou ao citado para a majoritária e o PT que até aparecia mais bem colocado nas pesquisas, o que na prática não aconteceu.

Listando nomes de entes políticos que fazem parte do cenário estadual, o próprio governador Eduardo Pinho Moreira, o ex-deputado federal Mauro Mariani no MDB continuamente dividido; Paulo Bauer, ex-senador e Napoleão Bernardes, ex-prefeito de Blumenau no visivelmente perdido PSDB; Décio Lima, ex-deputado federal e a ressurgida Ideli Salvati no cada vez mais coadjuvante PT, são os principais destaques.

Quando se trata de AMREC, o ex-deputado federal do MBD, Ronaldo Benedet; Valmir Comin do PP, oriundo da região que concentra prefeitos da sua sigla, e Dóia Guglielmi do PSDB, o qual na última eleição já teve dificuldades, são os nomes que devem também ter perdido votos para candidatos do movimento 17.

Entre os que conseguiram desviar-se dessa verdadeira “tsunami”, surgem Geovania de Sá, deputada federal reeleita graças a força do seu nome que não foi vinculado ao do PSDB em razão de uma produtividade notável como parlamentar e claro posicionamento em momentos delicados da Câmara; Cleiton Salvaro, que mesmo tendo ficado com a primeira suplência do PSB, foi de quase 15.000 votos para mais de 30.000, por ter encontrado um espaço próprio com um modelo de trabalho como deputado estadual que conseguiu chegar as reais necessidades do eleitor ; O estreante Delegado Ulisses Gabriel do PSD, que adentrou ao certame no mais delicado momento das últimas três décadas no cenário, e conquistou perto de 30.000 votos, ficando com a terceira suplência por ser reconhecido como a verdadeira renovação e representar alguém que foi política no intuito de implementar ações que a profissão lhe mostraram ser urgentes, e Rodrigo Minotto do PDT, reeleito a frente do partido que o mesmo conduz no estado, que é muito exitoso na capacidade de converter o trabalho de deputado em votos que resistiram a “onda” citada, na demonstração inegável de que conta com confiáveis mobilizados em torno do seu nome em diferentes municípios.