Blog do Paulo Matias

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Opinião / Política

Eleições de 2020 podem ser definidas pela realidade de cada município

Todos os partidos tradicionais de Santa Catarina não vivem seu melhor momento e até o recém surgido PSL, logo após a eleição já apresentou uma divisão.

Essa realidade aponta para a necessidade de as siglas resolverem suas questões com os eleitores em cada município nas eleições de 2020, com raras influencias regionais, estaduais. Ou seja, independentemente de partido, os candidatos é que devem fazer a diferença no próximo pleito.

Opinião / Política

Prefeito tem participação rápida e discreta na primeira sessão da Câmara de Urussanga

Cumprindo o rito alusivo a abertura dos trabalhos no legislativo, o chefe do executivo local, Gustavo Cancellier, falou aos edis e os poucos presentes no inicio da sessão realizada nesta terça, de forma rápida e discreta.

Durante a breve explanação o mesmo destacou algumas aquisições e obras realizadas em 2018, e listou  especialmente na área da infraestrutura as que serão realizadas em 2019.

No inicio de sua fala, Gustavo desculpou-se com os vereadores por não ter chegado um pouco antes na Casa para cumprimenta-los individualmente.

Sem uma postura política mais um vez,  o gestor com a atuação de ontem nutriu o visível e já conhecido distanciamento entre o executivo e legislativo existente no município.

Opinião / Política

Câmara de Urussanga volta ao trabalho amanhã com uma série de expectativas

Com requerimentos e indicações os membros do legislativo local retomam suas atividades concernentes ao ano de 2019, amanhã às 19h.

Sob a presidência do vereador Gilson Casagrande, o qual experimenta a posição e deve servir-se da experiência para o seu projeto maior, que é de nos próximos anos tornar-se prefeito da cidade, a Câmara Municipal deve ser palco nos próximos meses de atuações sobre as quais recaem grande expectativa.

O ex-presidente Odivaldo Bonetti, o qual somou o maior capital político no ano que passou, especialmente com a conquista de uma emenda parlamentar de R$ 1 milhão destinada ao asfalto do Rio Carvão e a devolução por parte da própria Casa no final do exercício de R$ 800 mil para mais asfalto, esse no Rancho dos Bugres, certamente vai acompanhar a execução das referidas obras em meio ao agora repetidamente citado, cronograma.

Já o outro membro da bancada do PP, Zé Bis, focado na questão da energia elétrica, conta com possibilidade de aprovação do referido projeto em Brasília que pode dar condição para a sonhada redução, nesse ano que começa.

O Suplente do PDT, Braz Cizeski, deve permanecer na cadeira com atuação de integrante da base do governo, uma vez que o titular da mesma, pretende continuar na diretoria em que se encontra.

Já o eleito pelo PT, Marcos Silveira, o qual sinaliza não pretender continuar na política, entra assim no seu penúltimo ano de atuação no legislativo local.

O pessedista Jair Nandi, deve assumir o papel também de liderança politica do partido, além de representante no legislativo como fez até agora, em razão da enfraquecida oposição existente na casa e porque o PSD não terá como não atribuir ao edil essa responsabilidade, uma vez que o projeto para 2020 é claro e já se desenha.

Com os relação aos vereadores daquela que deveria ser a efetiva bancada de oposição, os eleitos pelo MDB, Beto, Vanir e Deco, a falta de sintonia pode se agravar, em razão de intenções anunciadas, embora deva acontecer uma mobilização do próprio partido na medida do possível,  o qual precisa mais do que todos focar em 2020.

Cabe lembrar que nas próximas eleições municipais não haverá coligação para o cargo de vereador.

 

Economia / Opinião / Política

Um ano após a retomada da obra de revitalização da Praça ela está concluída?

Em 11 de janeiro de 2018, a administração municipal de Urussanga anunciava que com a segunda colocada da licitação inicial, eram retomadas naquela quinta-feira, as obras da revitalização da Praça Anita Garibaldi, na área central da cidade.

Relembrávamos no post da época que a mesma foi iniciada em 08 de julho de 2016, pela outra gestão, com muitos questionamentos por parte da população e que tinha previsão de término em março do ano de 2017. No entanto, a empresa vencedora da licitação quando cobrada pelas interrupções nos serviços, atrasos e falta de estrutura, alegou que não tinha condições financeira de dar continuidade.

Em 25 de outubro de 2017 o atual governo municipal anunciou a substituição da citada, alertando que o burocrático processo de nomeação da segunda colocada, poderia levar até 120 dias para acontecer.

Com a referida retomada na previsão mais otimista, levando-se em conta somente o volume de chuvas próprio do período, técnicos da prefeitura estimavam o término das obras em final de fevereiro, ou seja, pouco mais de um mês após o reinicio.

E agora, após mais de um ano, a polemica revitalização está concluída?

As estruturas de semáforos e câmeras existentes na frente do Casarão dos Nichele, as quais seriam retiradas conforme o projeto quando saem?

Quando será inaugurada a obra?

O aspecto partidário nocivo, existente em Urussanga pesa a respeito?

 

Opinião / Política

Deco fica no MDB até abril de 2020

Visando manter sua cadeira na Câmara, o vereador eleito pelo MDB, Vanderlei Marcirio “Deco”, deve aguardar a janela de transferência em abril de 2020.

Por perceber que não encontrará espaço para uma candidatura a majoritária no atual partido, Deco deve aceitar o convite do PSC, sigla com que já tem forte identificação, a qual pretende ter candidatura a prefeito e nominata completa para o cargo de vereador nas próximas eleições municipais em Urussanga.

Na última quinta-feira (13), o PSC realizou sua confraternização de final de ano no imóvel do vereador onde se fez presente o coordenador regional da sigla, Pastor Walmor.

Sobre a presença no evento do prefeito municipal Gustavo Cancellier, a informação foi de que as igrejas estão fazendo um trabalho social em parceria com a prefeitura, e na oportunidade falaram também sobre essas em 2019.

Embora o PSC fale hoje de candidatura, a aproximação de Deco com o prefeito que vem ficando evidente desde a decisão em prol do financiamento, pode sinalizar algum encaminhamento uma vez que Gustavo deve buscar a reeleição e para isso precisará de um vice, que não seria o atual, o empresário Décio Silva, por causa da visível distância entre os dois e porque esse também pode aceitar um dos inúmeros convites que tem recebido e mudar de partido encampando um novo projeto.

Opinião / Política

PSL de Urussanga já tem Comissão Provisória

Depois de algumas reuniões em Urussanga e Criciúma, inclusive com palestras que visavam apresentar aos participantes os propósitos do partido, foi constituída a primeira Comissão Provisória do PSL de Urussanga.

Nesta quinta-feira (06), acontece no Paraiso da Criança um encontro dos integrantes da referida comissão, os quais trarão convidados e no próximo dia 17, no Restaurante Baggio, será realizado o evento onde o deputado estadual eleito pela sigla, Jessé Lopes, irã agradecer os votos conquistados no município, bem como apresentar o referido grupo que deve conduzir o partido na cidade.

O foco do PSL local com o apoio do presidente da sigla em Criciúma, Júlio Lopes é a eleição de 2020, para o executivo e legislativo, lembrando que para o último, não haverá mais coligações.

Com base na postura do partido a nível nacional e estadual, segundo integrantes, a intenção é de não coligar e seguir com uma candidatura própria para prefeito.

Chama a atenção o fato de entes políticos da cidade, filiados em diferentes siglas e alguns até com o mandato em curso, terem procurado o descrito grupo sinalizando a maior parte destes, a intenção de concorrer ao cargo de prefeito.

Vale lembrar que a maior referência para os urussanguenses quando se fala de PSL na região, é o ex-vereador de Criciúma e agora deputado federal Daniel Freitas.

Opinião / Política

Partidos tradicionais de Santa Catarina já tratam das mudanças de comando

Razões para a ação inegavelmente todos tem, desde o MDB, o qual deixará de ser presidido por Mauro Mariani, que já sinalizou sua saída do comando, esse que pode voltar para Eduardo Moreira, o qual demonstra interesse.

No PSDB, o atual presidente e ainda deputado Marcos Vieira, não mostra a mesma vontade de deixar o cargo, mas a movimentação no sentido de um novo nome já acontece desde o primeiro turno, quando o partido encolheu, e a deputada da região Sul, Geovania de Sá é bem cotada, até porque foi a única sobrevivente a “tsunami”, com direito a ampliação na votação.

O PP por sua vez, que errou a mão na coligação e ficará pela quinta gestão fora do governo do estado, deve ainda assim contar com um embate para essa definição, onde Jorge Boeira, que declinou de concorrer a reeleição pode apresentar-se, e assim ter que tratar com o posicionamento de outros líderes.

E o PSD, que através do seu candidato que nunca foi de consenso internamente protagonizou a maior derrota do estado na disputa pelo governo, Gelson Merisio deve deixar a presidência, e sobre essa se fala do nome de Júlio Garcia, dissidente do vencido postulante ao cargo de governador e deputado mais bem votado da sigla.

As eleições de 2018, marcam o momento histórico em Santa Catarina em que as presidências dos quatro partidos que buscaram manter a polarização, sem citar a posição de coadjuvante do DEM, no pleito recente, ao mesmo devem substituídas, impactadas pelo fenômeno 17. Ou melhor, pela decisão do eleitor.

Opinião / Política

Entrevista: Comandante Moisés afirma que não é sombra de Bolsonaro e nega aliança com o MDB

Na entrevista concedida pelo candidato do PSL ao Governo do estado ao SBT Meio-dia desta segunda-feira (22), Comandante Moisés reforçou que está preparado para assumir o estado. Quando indagado sobre a onda Bolsonaro, ele foi enfático e disse que sente que o povo aposta nele. Pelo menos esse é o que ele sente quando encontra seus eleitores nas ruas pelo estado. Moisés disse que tem ouvido as lideranças da indústria e comércio para compreender as intenções de cada segmento do governo.

Eu questionei o candidato se o eleitor votava nele por convicção, ou apenas para apoiar Bolsonaro. Também lembrei que agora ele precisa de maioria para vencer, fiz isso para perguntar sobre possíveis apoios, como o do MDB. Segundo ele, nunca houve conversas com dirigentes partidários. Só o tempo vai dizer. O MDB adora apoiar quem está no poder. Gostei quando ele falou que também tem ideias e pensamentos diferentes de Bolsonaro.

A principal bandeira de sua campanha é enxugar a máquina pública para tirar os recursos necessários para investir na segurança pública. O candidato falou da possibilidade de rever os investimentos em saúde, educação e segurança para aplicá-los de uma forma mais inteligente e que traga retorno para o estado. “O estado pode gastar menos e melhor”, disse o Comandante.

Ainda sobre a diminuição do estado, Moisés estimou que vai reduzir os cargos comissionados a mais de 1000, dos 1400 que existem hoje, e redução das secretarias em 50%. O candidato falou ainda dos cargos em duplicidade que existem nas secretarias e que enxugar estes cargos já aliviariam o estado. Moisés disse que não tem como prioridade privatizar nenhuma empresa pública e reiterou que os boatos que saíram sobre este assunto são “fake news”. Moisés não pretende privatizar Casan e Celesc.

No entanto, o candidato do PSL, não explicou com detalhes como vão ser os cortes. Falou muito sobre a vontade de acabar ou fundir algumas secretarias, principalmente as regionais, mas, mas não me deixou satisfeito com relação a este governo enxuto que pretende fazer caso eleito. O Ponto importante, que quero destacar, é a reforma administrativa que o candidato cogitou e que pretende enviar para Alesc, antes mesmo do fim do ano. A ideia é reformar a administração do governo já a partir de janeiro.  Achei interessante, quero saber como os deputados vão reagir.

Sobre a agricultura, Moisés defendeu que os investimentos devem aumentar, sendo que o setor agrícola representa 29% do PIB do estado. Sobre o assunto, o Comandante disse que pretende aliar a tecnologia à produção do campo, para facilitar a vida do produtor.

Eu fiz questão de questionar o candidato sobre a agricultura, que sempre aparece como destaque nas campanhas eleitorais, mas que hoje fica com apenas 2,67% da arrecadação total do estado.

Opinião / Política

Eleições Municipais de 2020 devem ser marcadas pelo fortalecimento de siglas que representem a mudança

Tradicionalmente logo após a posse dos eleitos nos pleitos estaduais e presidenciais, iniciam-se as conversações sobre as eleições municipais. No entanto, neste momento inédito que vive o país, no qual pela primeira vez desde a abertura política a maioria dos eleitores estão focados na renovação, o tema local se antecipa nos bastidores porque segundo os que acompanham o cenário, o movimento da mudança vai chegar as prefeituras inevitavelmente.

Logo depois do primeiro turno das eleições com as quais ainda estamos tratando, alguns novos líderes locais confidenciaram a este veículo e a outros, que já tratam com as siglas que não são as que predominaram nas últimas décadas, sobre possíveis candidaturas, a escolha e identificação de nomes.

Assim, aquelas substituições nos Paços que pareciam distantes, e que até eram justificadas por uma questão cultural, parecem se desenhar já para 2020.

Em Urussanga, partidos como PSD, PDT, PSB, PSC e agora PSL, podem apresentar opções.